LASA (Leigos Amigos de Santa Ana)
 
LASA foi fundado em 25 de abril, na cidade de Londrina na Paróquia N. S. do Carmo.
 
O perfil do leigo de Santa Ana...

O Carisma dos Fundadores das Irmãs de Santa Ana: Carlos e Júlia, não é propriedade nossa, é Dom para o bem da Igreja. E a participação dos leigos na nossa forma de viver o seguimento de Jesus é sinal de crescimento e partilha. A missão da Igreja é diferente. O leigo é chamado a viver o batismo (missão) no mundo, inserido nele para transformá-lo e fazer com que todos se recordem de que foram feitos à imagem e semelhança de Deus. O jeito de viver a consagração batismal para nós, Irmãs e para os Leigos de Santa Ana, é a maneira como Carlos e Júlia viveram, enfatizando o projeto de Deus em algumas áreas específicas e que no seu tempo eram mais carentes: a educação das crianças e dos jovens.

 
Quem são os leigos de Santa Ana?

São homens e mulheres, solteiros ou casados, que, vivendo a sua consagração batismal, comprometem-se a seguir o carisma dos Servos de Deus Carlos e Júlia. Por isso, aplicam-se na busca da santidade e, juntos com as Irmãs de Santa Ana, trabalham para a difusão do Reino de Deus.

 
Qual é a finalidade?

É um grupo sem fins lucrativos, de caráter religioso, social e cultural, formado e integrado por cristãos leigos, católicos, que desejam vivenciar os valores evangélicos, segundo o carisma dos Servos de Deus Carlos Tancredi de Barolo e Júlia Colbert de Barolo, fundadores da Congregação das Irmãs de Santa Ana.

 

Célula Divina Providência
Células, o que são?
Este grupo é dividido em pequenas “células” (3 à 5 casais por célula) que se reúnem uma vez por mês nas famílias, para o estudo-reflexão da Palavra de Deus e temas da nossa espiritualidade.

Célula Farol Luminoso

Célula João de Deus

Célula Sagrada Famíla

Célula Carlo e Julia
Perfil do Leigo
O Perfil do Leigo de Santa O carisma dos Fundadores Carlos e Júlia, não é propriedade nossa: é Dom para o bem da Igreja. E a participação dos leigos na nossa forma de viver o seguimento de Jesus é sinal de crescimento e partilha. A missão da Igreja é <<fazer com que toda a humanidade participe da salvação realizada pela redenção e através dela ordenar o mundo inteiro a Cristo>>. O leigo é chamado a viver o batismo (missão) no mundo, inserido nele para transformá-lo e fazer com que todos se recordem de que foram feitos à imagem e semelhança de Deus. O jeito de viver a consagração batismal para nós, Irmãs e para os Leigos de Santa Ana, é a maneira como Carlos e Júlia viveram, enfatizando o projeto de Deus em algumas áreas específicas e que no seu tempo eram mais carentes: a educação das crianças e dos jovens.

1. Quem são os Leigos de Santa Ana?
São homens e mulheres, solteiros ou casados, que, vivendo a sua consagração batismal, comprometem-se a seguir o carisma dos Servos de Deus Carlos e Júlia. Por isso, aplicam-se na busca da santidade e, juntos com as Irmãs de S. Ana, trabalham para a difusão do Reino de Deus.

2. Suas Características:

2.1. Na vida de união com Deus: Homem e mulher de oração. Pessoas que buscam, na intimidade com o Senhor, sustento para a prática de sua vocação batismal (na sua vida de trabalho, familiar, fazem do projeto do Pai o seu projeto e, com criatividade, o revelam ao mundo). Homem e mulher que nutre cotidianamente a própria vida com a Palavra de Deus. Pessoas que encontram na Palavra a força na decisão de consagrar-se ao bem do próximo, a exemplo dos Fundadores que não tiveram vergonha do Evangelho, mas o leram, meditaram, partilharam e praticaram o Evangelho na própria vida, como podemos verificar nos seus escritos. São adoradores da Santa Eucaristia. O leigo de Santa Ana, a exemplo dos Fundadores, nutre-se da Santa Eucaristia e vê neste sacramento o alimento da sua vida espiritual e a fonte de comunhão com Deus e com os irmãos. A Eucaristia constitui um elemento fundamental da espiritualidade dos nossos Fundadores. Da Marquesa Júlia é escrito que participava cotidianamente da Santa Missa e logo após a Comunhão fazia um longo agradecimento, “para imergir-se na onipotente bondade de Deus”. Conta-nos Silvio Pellico, que a Marquesa Júlia, á tarde se dirigia nas Igrejas onde estava exposto o santíssimo sacramento para fazer adoração. Homem e Mulher que conhecem e procuram viver os mistérios de Cristo na própria vida. A Misericórdia do Pai, introduz o leigo no mistério da encarnação, morte e Ressurreição de Cristo. A Misericórdia é vista como um ato de Deus que não quer abandonar a obra saída das Suas mãos e por isso envia seu Filho único ao mundo, para que morrendo na cruz possa reconstruir o Rosto do homem desfigurado pelo pecado. “A segunda pessoa da Divina Trindade, em um ímpeto de amor, se oferece ao seu Pai como sublime holocausto que resgatará a humanidade do pecado. E o Altíssimo abandona o Filho Unigênito a uma morte infame para salvar o culpado que ainda lhe é querido”. Ele, nosso Pai misericordioso, “criou o homem para que fosse feliz”. A contemplação de Cristo sofredor é um estímulo para se viver com Ele os sofrimentos pessoais e contemplar no próprio corpo a Paixão de Cristo. O mistério da ressurreição, por sua vez, é um alegre convite à esperança e ao testemunho de uma vida nova. Homens e mulheres abandonados na Providência Divina. É uma atitude de docilidade e total disponibilidade em cumprir a vontade de Deus na própria vida. O abandono na Providência leva a uma total confiança em Deus Providente, especialmente nos momentos difíceis e nas opções fundamentais da vida, e leva a tornar-nos instrumentos de Providência para os irmãos e irmãs, recordando a afirmação de Carlos: “...portanto cada um de nós, no âmbito das suas possibilidades físicas e morais, deve ativamente tornar-se, de algum modo, útil ao próximo, à pátria, à humanidade, e isto para servir em vida como instrumento frágil mas escolhido da divina Providência”. O espírito de abandono fortalece o leigo de Santa Ana a aperfeiçoar o ideal batismal e encontrar em Deus o próprio fundamento, e será testemunha de vida cristã na família, profissão, empenho cultural, política, etc. Homens e mulheres caridosos. caridade, vista como verdadeira participação na vida dos pobres e plena solidariedade com os marginalizados. Amar o próximo, sobretudo mais pobre, para desvelar aos homens o amor do Pai e a sua dignidade de filhos de Deus, amar a todos porque somos “Filhos do mesmo Pai comum”. Os fundadores vêem no próximo a imagem de Deus, resgatada por Cristo, portanto objeto de amor e dedicação. Homens e mulheres pobres. A pobreza é uma virtude característica dos fundadores. Manifesta-se antes de mais nada, através da gratidão a Deus que na pessoa de Jesus de rico que era se fez pobre para que tivéssemos a salvação. A pobreza leva-nos a imitar Jesus na aceitação dos condicionamentos desta nossa vida terrestre e a viver como pobres, resgatando assim a nossa própria riqueza: “amando os pobres amais o eterno”. Amar os pequenos que são os mais pobres. Devotos de Santa Ana. A devoção a Santa Ana, vista como modelo de educadora.

2.2. Na vida eclesial: A consagração batismal levou Carlos e Júlia a amarem intensamente a Igreja. Da vida dela eles participaram ativamente, cultivando o espírito de comunhão e empenhando-se em renová-la, promovendo-lhe a santidade e a unidade. Júlia atestava “tudo aquilo que vocês fizerem fora da Igreja, sem a sua aprovação, já não é mais um bem”. O amor à Igreja distingue também o leigo de S. Ana mediante: o amor e a obediência ao Papa, aos bispos e sacerdotes; uma intensa colaboração com a comunidade paroquial, promovendo as diferentes vocações eclesiais; a participação na mesma missão da Igreja, sinal e instrumento de salvação para a humanidade; um trabalho especial com as irmãs de S. Ana através da:

a) Evangelização: O fim educativo de "formar bons cidadãos e bons cristãos" proposto por Carlos e Júlia é também assumido pelo leigo de S. Ana como princípio inspirador de sua vida. O chamado para anunciar o Evangelho, próprio de todo cristão, é atuado em um clima de especial união e colaboração com a Igreja local, pondo em prática suas linhas pastorais. Com esse mesmo espírito, empenha-se na formação da comunidade paroquial, superando a tentação de formar grupos fechados e alheios à orientação diocesana. O serviço à comunidade há de ser caracterizado pela preparação que se nutre do conhecimento das diretrizes e documentos da Igreja (Papa, Conferência dos Bispos) que capacitam a pessoa a servir melhor o homem de hoje e pela "disponibilidade" que a impele a dar generosamente o contributo de sua colaboração. Não contente de ser verdadeiro evangelizador da Igreja local e no seu ambiente, poderá também amadurecer seu compromisso nas missões no exterior. Procura também usar corretamente e com simplicidade dos bens temporais, colocando sua confiança na Providência Divina, abrindo-se às necessidades dos pobres.

b) A catequese: Carlos e Júlia viu no ato de formar "bons cidadãos e bons cristãos" um meio singular para ajudar a Igreja e a sociedade a renovar-se. Especial atenção deu à educação cristã da juventude e da infância. Esse caminho, será percorrido também pelos seus leigos, para que sejam sempre mais o "bom fermento" na sociedade. A catequese é um instrumento privilegiado, por meio do qual o leigo de S. Ana tem que se esmerar para exercer a grande tarefa da evangelização. Esta se concretiza no testemunho de uma vida profundamente cristã e no anúncio da Palavra de Deus, que requer: o saber transmitir aos outros a própria experiência de fé, amadurecida na meditação da Palavra de Deus, na oração, nos sacramentos e no conhecimento da autêntica tradição da Igreja (meditar e transmitir aos outros tudo o que se meditou); o saber abrir-se ao diálogo com o próximo, sem distinção de classe e idade, procurando privilegiar mais aqueles que se encontram em dificuldade (particularmente, os marginalizados) e os afastados da fé . o leigo de S. Ana, cônscio da sua vocação leiga, empenhar-se-á na transformação da sociedade mediante o compromisso de evangelização, catequese e promoção do ser humano à dignidade de filho de Deus. Toda a sua atividade, assim como a dos Fundadores é finalizada para fazer conhecer e amar Cristo, a desvendar aos homens o amor misericordioso do Pai e a sua grande dignidade de filhos de Deus.

2.3. Na vida social: O projeto educativo, através da educação formal (nas escolas) e informal nos projetos educativos, educação popular, é a primeira obra de misericórdia porque oferece ao mesmo tempo educação da consciência e oportunidade para inserir-se dignamente na sociedade. A educação da juventude e das crianças é o maior serviço que se pode prestar a um povo. A educação tem a finalidade de renovar o homem e a sociedade em Cristo. Formar bons cidadãos e bons cristãos. Na perspectiva de serviço à sociedade e à Igreja, as nossas escolas e os nossos projetos educativos devem, por missão própria, formar nos jovens e nas crianças aqueles valores que os Fundadores encarnaram e difundiram com tanta paixão e convicção:

A confiança na Divina Providência;
A fé em Cristo, verdadeiro libertador e salvador do homem e dos povos;
A inserção ativa na missão da igreja, continuadora da obra de Cristo e mãe dos fiéis;
O amor e a adesão à igreja;
A caridade, alma do reino de Cristo;
O empenho em favor dos humildes, marginalizados e sofredores de toda espécie;
A honestidade, a profissionalização, a laboriosidade;
O apreço à Palavra de Deus;
O amor à Cruz;
A devoção à Mãe de Deus;
A piedade;
A vida sacramental e litúrgica;
O empenho social e eclesial para o progresso civil e religioso da humanidade.

Estes valores podem-se resumir nos quatro grande amores dos Fundadores: Jesus, Maria, a igreja e as pessoas, especialmente os pobres. O Leigo de S. Ana desenvolverá a sua Missão educativa em estreita colaboração com as Irmãs de S. Ana.

3. Metodologia de Serviço:

Vemos que Júlia, encontra no Evangelho, aceitado e vivido com coerência ,a sua pedagogia do amor. De fato ela afirma: “Foi mestre o meu coração”. Encontra também as linhas metodológicas para o serviço aos pobres. Estas linhas são válidas ainda hoje: Presença e partilha Ajuda imediata Favorecer a auto-promoção (instrução, trabalho) Tornar sujeitos de promoção e de evangelização Carlos Tancredi di Barolo, propõe a pedagogia preventiva. O objetivo da educação é formar “bons cidadãos e bons cristãos”. Podemos sintetizar o seu método educativo com três verbos: Acolher-educar-instruir.

4. Meios de Crescimento:

O leigo compromete-se:
  • a recorrer aos meios que o levem à santidade, como a oração pessoal e comunitária cotidiana (em família, na comunidade paroquial e, quando for possível, com as Irmãs de S. Ana), a leitura e meditação na Palavra de Deus, a participação nos sacramentos, especialmente Eucaristia e Confissão.
  • a conhecer sempre melhor a vida e os princípios espirituais dos Servos de Deus Carlos e Júlia, para poder crescer espiritualmente e na ação apostólica.
  • a orientar-se com um diretor espiritual e a viver uma vida de caridade.
  • a rezar e a incentivar vocações religiosas, especialmente das Irmãs de S. Ana.
  • a colaborar, no apostolado, evangelização e promoção humana, em sintonia com a Igreja local, a paróquia e as obras das Irmãs de S. Ana.
  • procurar lembrar sempre que, acima de tudo, deve estar o desejo e o compromisso de “conformar-se a Cristo”, que o convida a buscar a perfeição espiritual própria e do próximo, contribuindo assim validamente para a difusão do Reino de Deus na sua específica vocação de leigo.
Ano da Família
Idéia Inspiradora: 200 anos de matrimônio dos Fundadores Carlos e Júlia (18 de agosto de 1806) Objetivos:

• Promover uma profunda vivência humana e cristã nas nossas famílias e nas famílias com as quais entraremos em contato.

• Confirmar a nossa fidelidade matrimonial através do nosso testemunho de vida (crescer no diálogo, no perdão, na partilha... Intensificar a união conjugal).

Com gratidão reconhecemos o dom da santidade de Carlos Tancredi di Barolo e da sua esposa Julia Colbert di Barolo e rezamos para que do céu onde se encontrem sejam nossos intercessores junto de Deus e para que o mais cedo possível a santidade deles seja reconhecida pela Igreja.
Explicação do Símbolo para o Ano da Família
LASA: Leigos Amigos de Santa Ana LASA está envolvido por uma circunferência que não está totalmente fechada, mostrando assim a abertura para o mundo e para receber outros membros. A Letra L se eleva como uma construção e no alto podemos ver uma torre simbolizando o anúncio. A letra A possui o formato de uma casa lembrando as famílias do grupo e todas as famílias que serão beneficiadas com o anúncio e o testemunho. A letra S no formato de uma estrada, lembra a importância de percorrer todos os caminhos para levar a Boa Nova às famílias. E por isso que o caminho inicia de um extremo ao outro das casas. Família evangelizando família. No caminho há vários pés coloridos que sugerem: universalidade, anúncio e missão. No início do caminho podemos perceber um pé vermelho que lembra também o nascimento do grupo LASA na cidade de Londrina e lembrando que os londrinenses são chamados pés vermelhos..... E para finalizar encontramos as escritas indicativas do Ano da Família LASA e a duração: 21/02/2006 a 21/02/2007.
Oração da Família
Servos de Deus Júlia e Carlos di Barolo, vós nos ensinastes que Deus é Pai providente e misericordioso; para agradecer tanto amor dedicastes a vida às crianças, adolescentes e jovens empobrecidos. Olhai para a nossa família e ajudai-nos a viver unidos como a Família de Nazaré, fazendo a vontade de Deus e felizes porque Ele nos ama. Intercedei a Deus por nós.